Amapá

Kung Fu Panda e a preparação para o concurso público - Por Diego Morpheu

Entenda a relação entre o filme Kung Fu Panda e a preparação para passar em um concurso público.

Acessos: 117
Avaliações
(0)
Kung Fu Panda e a preparação para o concurso público - Por Diego Morpheu

 Já faz alguns meses que gostaria de escrever sobre o fime Kung Fu Panda, esse texto foi se construindo a partir de uma série de reflexões sobre a profundidade dos ensinamentos passados, às vezes até de forma inocente no decorrer do filme.

Eu assisti ao filme na melhor companhia que um pai pode ter ao prestigiar uma animação dessa natureza. Não é de hoje que sou fã de filmes desse gênero e, como trabalho com preparação para concursos públicos, percebi logo nas primeiras cenas, valiosas lições que podem ser aprendidas e aplicadas no mundo dos concurseiros.

O filme conta a história de Po, um engraçado e simpático urso panda que trabalha com seu pai em um modesto restaurante. O sonho de seu pai é deixar o empreendimento para o seu filho, porém o coração do protagonista bate em outra frequência: ele quer se tornar um grande lutador de kung fu, um verdadeiro Dragão Guerreiro. Um desejo que é um misto de improvável com cômico.

Só lendo a sinopse, já me veio a lembrança de várias histórias que ouvi em cursinhos nesses 20 anos de magistério. Histórias que, guardadas as proporções, eram tão improváveis quanto a de um panda fofinho e esfomeado que queria ser um mestre do kung fu. 

Para mim, há 2 cenas icónicas no filme: uma em que o mestre Ooguay diz: “o passado é história, o futuro é um mistério e o presente é uma dádiva e, por isso, é chamado de presente”. Esse é um sábio conselho. Se você não passou em uma prova que queria muito, isso não pode nem deve atrapalhar seus próximos objetivos. Levantar a cabeça é preciso.

A outra cena marcante é quando o mestre Shifu pergunta para o Po por que ele não desiste logo, que é mais fácil e o Panda diz: “Sempre que o senhor jogava uma coisa em mim ou dizia que eu fedia me magoava, só não me magoava mais do que ser eu mesmo cada dia da minha vida”, fazendo referência à vida que levava nos tempos que vendia macarrão com seu pai. Claro que não há nada de indigno em vender macarrão, acontece que o Kung fu é a paixão que move o candidato a protetor do seu vilarejo. 

Sempre digo que somos energia e a energia emanada por Po é muito forte. Sua escolha não foi acidente, ele tinha um coração de guerreiro, só precisava ser moldado e, mesmo quando todos os ridicularizavam, ele suportou comentários maldosos e a inicial descrença de seu mentor, treinando o máximo possível e desenvolvendo suas as habilidades. Pois sempre foi consciente de todas as suas limitações físicas, porém, a sua determinação foi maior do que esses fatores. Ele se dispôs a treinar todos os dias, apesar de todas as adversidades, até alcançar o seu objetivo final.

Alguma coincidência com as provas de concursos?

Professor Diego Morpheu

Leia também

Opinião e Palavras
Image